Estourei o limite do MEI: o que fazer agora?
Publicado em 17/06/2026 · por Edinaldo Parrião · CRC DF-003985/O
Passar do limite do MEI não é um problema: é sinal de que o negócio cresceu. O que não pode é ignorar. Veja o passo a passo da migração.
O que acontece quando passo do limite?
Depende de quanto você excedeu o teto anual (referência de R$ 81 mil em 2026):
- Até 20% acima do limite: o desenquadramento vale para o ano seguinte e você recolhe a diferença.
- Mais de 20% acima: o desenquadramento é retroativo ao início do ano, com recolhimento dos tributos como ME sobre o período, o que costuma pesar no caixa.
Por isso o acompanhamento mensal importa: dá para ver o estouro chegando e agir antes.
Migrar para ME é complicado?
Não, quando alguém conduz. Na prática, envolve o desenquadramento junto à Receita, o registro do novo porte na Junta Comercial do DF e o enquadramento no regime tributário certo. A gente cuida de tudo e você continua faturando.
Vou pagar muito mais imposto?
Não necessariamente. Como ME no Simples Nacional, a alíquota é proporcional ao faturamento e começa baixa. Para serviços, o Fator R pode colocar sua empresa em um anexo mais barato, assunto que detalhamos no post sobre CNPJ para profissional liberal.
MEI apertando? A gente cuida da migração para ME sem travar seu faturamento.
Quero migrar para MEPerguntas frequentes
Quanto posso faturar no MEI em 2026?
A referência é R$ 81 mil por ano (cerca de R$ 6.750/mês em média). Confirme sempre o valor vigente, pois o teto pode ser reajustado.
O desenquadramento é automático?
Não. Você precisa formalizar o desenquadramento e migrar de porte. Ignorar gera pendências e cobrança retroativa.
Quer abrir ou regularizar sua empresa com quem não some?
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